Amar é sofrer, e sofrer é amar.
Você nunca encotrará no outro o que realmente quer
por isto é sofre, por isto ama.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Crenças
Creio no que não posso crer
Vejo o quero ver
Desejo sentir o que não posso sentir
Contrareio o que creio vejo e sinto, enfim lanço-me no nada em busca do tudo.
Vejo o quero ver
Desejo sentir o que não posso sentir
Contrareio o que creio vejo e sinto, enfim lanço-me no nada em busca do tudo.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Solidão
Hoje cheguei a conclusão de que a solidão nada mais é do que eu fazendo-me companhia.
As vezes a solidão é chata e melancolica, as vezes alegre e gritona. Ela é também quieta e indecisa.
Sabe estou aprendendo a gostar da solidão, acha-la bonita, procurar não brigar com ela entede-la melhor.
Esta será minha companheira eterna, ela nada mais é do que a razão da minha existência!
Então amo-a (me) ou deixo-a (me).
sábado, 21 de junho de 2008
Dúvidas para escrever um Artigo ? Segue em um rascunho de exemplo...
A importância da escola em minha vida: aprendendo e reaprendendo.
Resumo
O presente artigo tem por finalidade resgatar as memórias de minha infância em meu processo escolar, narrando as minhas histórias de aprendizagem, as pessoas e os lugares que vivi e meu sentimento em relação a tudo isto.
Escola – aprendizagem –afetividade- história escolar
Como relato em meu memorial, sempre gostei de freqüentar a escola, como deixo claro de inicio e mesmo depois de alguns conflitos e percalços, não apagaram meu amor pela escola, amor o qual estarei expressando no decorrer deste artigo.
Desde pequena já fui inserida na escola e estimulada por meus pais e professores. O espaço físico do colégio era ótimo, tinha um pátio enorme, pracinha, ginásio de esportes, entre outros; mas acredito que o que faz a escola são as pessoas que nela trabalham e fazem o que gostam e não estou me referindo somente aos professores que detalho no memorial, como alegres divertidos e comprometidos. Falo também dos funcionários, como o segurança, o fotógrafo, enfim cada um com suas características fazem a escola.
Acredito que fiz história na minha infância literalmente, pois eu e meus colegas escrevemos um livro de história, por intermédio de uma professora maravilhosa, de um pai de uma aluna que tinha gráfica e concedeu a impressão do livro com exemplares para todos os alunos da turma. O legal é que nas historias cada aluno teve oportunidade de escrever sobre si e outra história fictícia, mas não deixa de ter característica de cada um. Vejo este livro como algo positivo, percebo o incentivo, e como isto ficou em minha memória.
"Outra estratégia é o uso de reforços, como elogio, aceitação das perguntas dos alunos, valorização de suas idéias, comentários positivos a respeito de seus trabalhos." (LA ROSA, 2004 p. 187).
Retirei este trecho porque representa o que vivi e senti, e esta parte foi justamente extraída do capítulo de motivação. Se pensarmos tem um motivo, que é a história que cada um criou e contou e a ação que a desenvolvimento e o resultado que é o livro temos = motivo+ ação.
Valorizar o ser humano e fazer com que ele acredite em si é um papel tão importante dentro e fora da escola.
A memória positiva e negativa que tenho da escola, está ligada a afetividade, pois alguma coisa afeta a gente pode ser para um lado positivo ou negativo, mas ajuda a analisarmos o que aconteceu naquele dado momento e que podemos utilizar no presente em que estamos vivendo.
"A memória é reorganizadora de ações e espaços, e se realiza a partir da afetividade, pois os sujeitos se lembram bem, em geral, do que os marcou, seja positiva ou negativamente". Da mesma forma, um dor (física, moral ou psicológica) pode ser apagada da memória em função de administrar no presente sua lembrança. No entanto, a seleção é sempre de cunho afetivo. O apagar da memória ou lembrar-se tem sempre uma relação com a questão afetiva." (PASSOS, P. 103-104).
A identidade foi algo que desde o início foi trabalhado onde estudei, e muitos fatores mínimos que podem parecer bobagem contribuíram com isto. Na sala todos tinham desenhos feitos pelos alunos, tinha o "carodromo" que era uma minhoca com as fotos de cada um e o nome. Criamos a consciência de divisão e do espaço de cada um, isto com brincadeiras e até comemorando coletivamente os aniversários do mês. Se pensarmos, nossa identidade se compõe características hereditárias e do meio (social), e vem sofrendo modificações ao longo de nossa vida. Concordo que há um inacabamento do ser humano, colocado por Paulo Freire.
"Na verdade, o inacabamento do ser ou a sua inconclusão é próprio da experiência vital. Onde há vida, há inacabamento" (FREIRE, 1996 P.50).
Na educação temos que ter consciência de que nossa identidade e de todos sofremos mudanças, estamos sempre aprendendo e reaprendo. Nos descobrindo, e redescobrindo.
Percebo a importância agora na outra ponta desse processo, no curso de pedagogia, onde me recordo das escolas que estudei e consigo analisar como foi minha infância, que coisas positivas que posso guardar no meu baú de boas recordações e ajudar na minha formação pessoal, na "construção" da identidade. São gestos pessoas, lugares, amigos, e até as coisas não muito boas, como na terceira série do ensino fundamental, com a implicância do professor de educação física. Deve ser por isso que considero exercícios físicos coisas "chatas", mas que são necessários para saúde física e metal.
"A arrogância que nega a generosidade nega também a humildade, que não é virtude dos que ofendem nem tão pouco dos que se regozijam com sua humilhação. O clima de respeito que nasce das relações justas, sérias, humilde, e generosas em que a autoridade docente e as liberdades dos alunos se assumem eticamente, autentica o caráter formador do espaço pedagógico." (FREIRE, 1996 p.92).
Percebo que são lados de luz e sombra, e que sem eles não aprenderia, e continuo aprendendo a ser HUMANO, aquele que erra e acerta e têm consciência de que não há perfeição e sim aprendizagem com os erros. Ter a capacidade de conhecer-me melhor, seja escrevendo um memorial, um artigo, fazendo "links" entre passado e presente, ajuda-me para fazer escolhas para a minha escola da vida.
Referências
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e terra, 1996.
Psicologia e educação: o significado do aprender. Organização de Jorge La Rosa. 8. ed – Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.
PASSO, Mailsa Carla. Memória e história de professora; como praticar e lembrar.
FAPA- Faculdade Porto-Alegrense
Pedagogia
Natacha Pizzutti Farina
ARTIGO
A importância da escola em minha vida: aprendendo e reaprendendo.
Porto Alegre,
2008.
FAPA- Faculdade Porto Alegrense
Pedagogia
Aluna: Natacha Pizzutti Farina
Professora: Greice Mara Chaves Paim
ARTIGOA importância da escola em minha vida: aprendendo e reaprendendo.
Porto Alegre,
2008.
Resumo
O presente artigo tem por finalidade resgatar as memórias de minha infância em meu processo escolar, narrando as minhas histórias de aprendizagem, as pessoas e os lugares que vivi e meu sentimento em relação a tudo isto.
Escola – aprendizagem –afetividade- história escolar
Como relato em meu memorial, sempre gostei de freqüentar a escola, como deixo claro de inicio e mesmo depois de alguns conflitos e percalços, não apagaram meu amor pela escola, amor o qual estarei expressando no decorrer deste artigo.
Desde pequena já fui inserida na escola e estimulada por meus pais e professores. O espaço físico do colégio era ótimo, tinha um pátio enorme, pracinha, ginásio de esportes, entre outros; mas acredito que o que faz a escola são as pessoas que nela trabalham e fazem o que gostam e não estou me referindo somente aos professores que detalho no memorial, como alegres divertidos e comprometidos. Falo também dos funcionários, como o segurança, o fotógrafo, enfim cada um com suas características fazem a escola.
Acredito que fiz história na minha infância literalmente, pois eu e meus colegas escrevemos um livro de história, por intermédio de uma professora maravilhosa, de um pai de uma aluna que tinha gráfica e concedeu a impressão do livro com exemplares para todos os alunos da turma. O legal é que nas historias cada aluno teve oportunidade de escrever sobre si e outra história fictícia, mas não deixa de ter característica de cada um. Vejo este livro como algo positivo, percebo o incentivo, e como isto ficou em minha memória.
"Outra estratégia é o uso de reforços, como elogio, aceitação das perguntas dos alunos, valorização de suas idéias, comentários positivos a respeito de seus trabalhos." (LA ROSA, 2004 p. 187).
Retirei este trecho porque representa o que vivi e senti, e esta parte foi justamente extraída do capítulo de motivação. Se pensarmos tem um motivo, que é a história que cada um criou e contou e a ação que a desenvolvimento e o resultado que é o livro temos = motivo+ ação.
Valorizar o ser humano e fazer com que ele acredite em si é um papel tão importante dentro e fora da escola.
A memória positiva e negativa que tenho da escola, está ligada a afetividade, pois alguma coisa afeta a gente pode ser para um lado positivo ou negativo, mas ajuda a analisarmos o que aconteceu naquele dado momento e que podemos utilizar no presente em que estamos vivendo.
"A memória é reorganizadora de ações e espaços, e se realiza a partir da afetividade, pois os sujeitos se lembram bem, em geral, do que os marcou, seja positiva ou negativamente". Da mesma forma, um dor (física, moral ou psicológica) pode ser apagada da memória em função de administrar no presente sua lembrança. No entanto, a seleção é sempre de cunho afetivo. O apagar da memória ou lembrar-se tem sempre uma relação com a questão afetiva." (PASSOS, P. 103-104).
A identidade foi algo que desde o início foi trabalhado onde estudei, e muitos fatores mínimos que podem parecer bobagem contribuíram com isto. Na sala todos tinham desenhos feitos pelos alunos, tinha o "carodromo" que era uma minhoca com as fotos de cada um e o nome. Criamos a consciência de divisão e do espaço de cada um, isto com brincadeiras e até comemorando coletivamente os aniversários do mês. Se pensarmos, nossa identidade se compõe características hereditárias e do meio (social), e vem sofrendo modificações ao longo de nossa vida. Concordo que há um inacabamento do ser humano, colocado por Paulo Freire.
"Na verdade, o inacabamento do ser ou a sua inconclusão é próprio da experiência vital. Onde há vida, há inacabamento" (FREIRE, 1996 P.50).
Na educação temos que ter consciência de que nossa identidade e de todos sofremos mudanças, estamos sempre aprendendo e reaprendo. Nos descobrindo, e redescobrindo.
Percebo a importância agora na outra ponta desse processo, no curso de pedagogia, onde me recordo das escolas que estudei e consigo analisar como foi minha infância, que coisas positivas que posso guardar no meu baú de boas recordações e ajudar na minha formação pessoal, na "construção" da identidade. São gestos pessoas, lugares, amigos, e até as coisas não muito boas, como na terceira série do ensino fundamental, com a implicância do professor de educação física. Deve ser por isso que considero exercícios físicos coisas "chatas", mas que são necessários para saúde física e metal.
"A arrogância que nega a generosidade nega também a humildade, que não é virtude dos que ofendem nem tão pouco dos que se regozijam com sua humilhação. O clima de respeito que nasce das relações justas, sérias, humilde, e generosas em que a autoridade docente e as liberdades dos alunos se assumem eticamente, autentica o caráter formador do espaço pedagógico." (FREIRE, 1996 p.92).
Percebo que são lados de luz e sombra, e que sem eles não aprenderia, e continuo aprendendo a ser HUMANO, aquele que erra e acerta e têm consciência de que não há perfeição e sim aprendizagem com os erros. Ter a capacidade de conhecer-me melhor, seja escrevendo um memorial, um artigo, fazendo "links" entre passado e presente, ajuda-me para fazer escolhas para a minha escola da vida.
Referências
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e terra, 1996.
Psicologia e educação: o significado do aprender. Organização de Jorge La Rosa. 8. ed – Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.
PASSO, Mailsa Carla. Memória e história de professora; como praticar e lembrar.
FAPA- Faculdade Porto-Alegrense
Pedagogia
Natacha Pizzutti Farina
ARTIGO
A importância da escola em minha vida: aprendendo e reaprendendo.
Porto Alegre,
2008.
FAPA- Faculdade Porto Alegrense
Pedagogia
Aluna: Natacha Pizzutti Farina
Professora: Greice Mara Chaves Paim
ARTIGOA importância da escola em minha vida: aprendendo e reaprendendo.
Porto Alegre,
2008.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Se beber, não dirija, por favor!!!!!!
Isto lembra-me a fala de um bebedo pego dirrigindo bêbado aqui no RS.
"é que aqui o vinho é bom , então a gente bebe, sem não tivesse vinho a gente não bebia..."
Concluindo a culpa sempre é do vinho...
"é que aqui o vinho é bom , então a gente bebe, sem não tivesse vinho a gente não bebia..."
Concluindo a culpa sempre é do vinho...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Ignorância
A ignorância não é burrice: é o não saber, o não conheçer.
Só que existem graus de ignorância.
E concluindo, nunca é tarde para aprender, basta ter humildade e perseverança.
E tenho dito! ufa!!
Só que existem graus de ignorância.
E concluindo, nunca é tarde para aprender, basta ter humildade e perseverança.
E tenho dito! ufa!!
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Erros gramáticais, hortograffía. Deststo percebelos despois de prostralos!?!
Peço desculpas pelos erros, e informo que sempre reviso minhas digitações, mas paraece que quando a eu aperto a tecla públicar postagem, lá estão eles os "erro de disgistação", ea "conscordancias grasmatica"
]Droga, destesto tudo isto!
]Droga, destesto tudo isto!
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